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Todos contra a Dengue

A Coordenação de Endemias, Coordenação de Vigilancia Sanitária, Secretaria de Obras e Centro Educacional Guarany, começaram dia 23 de novembro a campanha contra a Dengue. O trabalho foi realizado durante toda a semana percorrendo as ruas de Tabatinga,  mobilizando e  prevenindo as pessoas contra a dengue.

Mais informações:

Com a chegada da estação de chuvas e calor na maior parte do país, sempre aumentam as chances de ocorrer uma epidemia de dengue. Só o esforço coletivo pode conter o avanço do mosquito Aedes aegypti.

Desde 1986, todo ano é assim. A epidemia de dengue, que parece adormecida, controlada, reaparece com força à medida que o termômetro sobe e as chuvas caem no verão. A chuva traz de volta uma ameaça minúscula, mas não menos assustadora. Ela mede cerca de cinco milímetros e parece um pernilongo ordinário. Com a ajuda de uma lupa, vê-se um mosquito de cor escura rajado com listras brancas.

Altas temperaturas e chuvas abundantes fazem o paraíso do Aedes aegypti. São as condições ideais para o mosquito se reproduzir. A água que enche as represas é a mesma que se acumula em pneus velhos, garrafas e todo tipo de objeto jogado ao léu. É nela que as fêmeas fazem seu ninho. Quanto maior é o calor, mais rápido os ovos se transformam em larvas e, em seguida, em mosquitos. A chuva é o gatilho que dá início ao calvário de milhares de pessoas que são infectadas com o vírus no país.

O Aedes aegypti mora ao lado, e a maioria dos criadouros está dentro das casas, entre quatro paredes. É necessário verificar se não há tralha no quintal e nos terrenos próximos e ver como andam os potes de plantas. Observar se há focos do mosquito é ver se as caixas d’água e os pratos dos vasinhos não viraram aquários para as larvas.

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