Amazonas

Desemprego no Amazonas supera a média do País

No Amazonas, a taxa de desocupação das pessoas de 14 anos ou mais de idade, no primeiro trimestre de 2019 chegou a 15,9%. É a sétima maior entre os Estados e superior a taxa nacional de 12,7%. No Brasil, 13,4 milhões de pessoas estão procurando emprego, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua) divulgada, nesta quinta-feira (16), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Na comparação com o primeiro trimestre de 2018, a taxa de desocupação do Amazonas teve crescimento de 2%. A taxa subiu também em Roraima (4,7%), Acre, (3,6%) e Santa Catarina (0,7%). Por outro lado, a taxa caiu em Pernambuco (-1,7%), Minas Gerais (-1,5%) e Ceará (-1,4%).
O Amazonas é o campeão em percentual de trabalhadores por conta própria, com 35,5%, no primeiro trimestre, na comparação entre unidades da federação, seguido pelo Pará (35,1%) e Amapá (33,8%). Os menores Estados ficaram com o Distrito Federal (19,6%), São Paulo (21,4%) e Santa Catarina (21,6%).

No 1º trimestre de 2019, 74,7% dos empregados no setor privado tinham carteira de trabalho assinada, contra 75,5% no mesmo trimestre do ano anterior. As regiões Norte (60,9%) e Nordeste (59,0%) tinham os menores percentuais; e a região Sul (83,9%), o maior.
A taxa de subutilização da mão de obra do Amazonas, no primeiro trimestre é a sexta maior do País, com 29,2%. Os demais destaques são Piauí (41,6%), Maranhão (41,1%), Acre (35%), Paraíba (34,3%) e Ceará (31,9%).

Esse grupo reúne os desocupados, os subocupados com menos de 40 horas semanais e uma parcela de pessoas disponíveis para trabalhar, mas que não conseguem procurar emprego por motivos diversos.

Em relação ao tempo de procura, no Brasil, 45,4% dos desocupados estavam de um mês a menos de um ano em busca de trabalho; 24,8%, há dois anos ou mais, 15,7%, há menos de um mês e 14,1% de um ano a menos de dois anos.

O contingente de desalentados no 1º trimestre de 2019 foi de 4,8 milhões de pessoas de 14 anos ou mais. Os maiores contingentes estavam na Bahia (768 mil pessoas) e no Maranhão (561 mil) e os menores em Roraima (8 mil) e no Amapá (15 mil).

O percentual de pessoas desalentadas (em relação à população na força de trabalho ou desalentada), no 1º trimestre de 2019, foi de 4,4%, mantendo o recorde da série histórica. Maranhão (17,9%) e Alagoas (16,5%) tinham as maiores taxas de desalento e Rio de Janeiro (1,2%) e Santa Catarina (0,9%), as menores.

Fonte: D24am        

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