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Mahatma Gandhi disse certa vez:
“Nós precisamos ser a mudança que nós queremos ver no mundo”
CENTRO ESPÍRITA
VIANNA DE CARVALHO
EVANGELHO SEGUNDO ESPIRITISMO
CAP X “Bem
Aventurados os que são Misericordiosos” Itens 14 e 15
TABATINGA/AM,
11/07/2008
Funcionamento:
Terça (Estudo dos livros dos Espíritos)
as 20 h
Quinta (Palestra Pública) as 20 h
Sexta (Estudo do Evangelho) as 20 h
Sábado (Evangelização Infantil) as 16 h.
Mensagem Inicial
Perdoa as
Nossas Dívidas, Assim Como Perdoamos aos Nossos Devedores
Quando
pronunciamos as palavras “perdoa as nossas dividas, assim como
perdoamos aos nossos devedores”, não apenas estamos à espera do
benefício para o nosso coração e para a nossa consciência, mas
estamos igualmente assumindo o compromisso de desculpar os que nos
ofendem. Todos possuímos a tendência de observar com evasivas os
grandes defeitos que existem em nós, reprovando, entretanto, sem
exame, pequeninas faltas alheias. Por isso mesmo Jesus, em nos
ensinando a orar, recomendou-nos esquecer qualquer mágoa que alguém
nos tenha causado. Se não oferecermos repouso à mente do próximo,
como poderemos aguardar o descanso para os nossos, pensamentos? Será
justo conservar todo o pão, em nossa casa, deixando a fome aniquilar
a residência do vizinho? A paz é também alimento da alma, e, se
desejamos tranqüilidade para nós, não nos esqueçamos do entendimento
e da harmonia que devemos aos demais. Quando pedirmos a tolerância
do Pai Celeste em nosso favor, lembremo-nos também de ajudar aos
outros com a nossa tolerância. Auxiliemos sempre. Se o Senhor pode
suportar-nos e perdoar-nos, concedendo-nos constantemente novas e
abençoadas oportunidades de retificação, aprendamos, igualmente, a
espalhar a compreensão e o amor, em benefício dos que nos cercam.
Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Pai Nosso.
Ditado pelo Espírito Meimei. 19a edição. Rio de Janeiro, RJ: FEB,
1999.
EVANGELHO
Perdão das ofensas
14.
Quantas vezes perdoarei a meu irmão? Perdoar-lhe-eis, não sete
vezes, mas setenta vezes sete vezes. Aí tendes um dos ensinos de
Jesus que mais vos devem percutir a inteligência e mais alto falar
ao coração. Confrontai essas palavras de misericórdia com a oração
tão simples, tão resumida e tão grande em suas aspirações, que
ensinou a seus discípulos, e o mesmo pensamento se vos deparará
sempre. Ele, o justo por excelência, responde a Pedro: perdoarás,
mas ilimitadamente; perdoarás cada ofensa tantas vezes quantas ela
te for feita; ensinarás a teus irmãos esse esquecimento de si mesmo,
que torna uma criatura invulnerável ao ataque, aos maus
procedimentos e às injúrias; serás brando e humilde de coração, sem
medir a tua mansuetude; farás, enfim, o que desejas que o Pai
celestial por ti faça. Não está ele a te perdoar freqüentemente?
Conta porventura as vezes que o seu perdão desce a te apagar as
faltas?
Prestai, pois, ouvidos a essa resposta de Jesus e, como Pedro,
aplicai-a a vós mesmos. Perdoai, usai de indulgência, sede
caridosos, generosos, pródigos até do vosso amor. Dai, que o Senhor
vos restituirá; perdoai, que o Senhor vos perdoará; abaixai-vos, que
o Senhor vos elevará; humilhai-vos, que o Senhor fará vos assenteis
à sua direita.
Ide, meus bem-amados, estudai e comentai estas palavras que vos
dirijo da parte dAquele que, do alto dos esplendores celestes, vos
tem sempre sob as suas vistas e prossegue com amor na tarefa ingrata
a que deu começo, faz dezoito séculos. Perdoai aos vossos irmãos,
como precisais que se vos perdoe. Se seus atos pessoalmente vos
prejudicaram, mais um motivo aí tendes para serdes indulgentes,
porquanto o mérito do perdão é proporcionado à gravidade do mal.
Nenhum merecimento teríeis em relevar os agravos dos vossos irmãos,
desde que não passassem de simples arranhões.
Espíritas, jamais vos esqueçais de que, tanto por palavras, como por
atos, o perdão das injúrias não deve ser um termo vão. Pois que vos
dizeis espíritas, sede-o. Olvidai o mal que vos hajam feito e não
penseis senão numa coisa: no bem que podeis fazer. Aquele que
enveredou por esse caminho não tem que se afastar daí, ainda que por
pensamento, uma vez que sois responsáveis pelos vossos pensamentos,
os quais todos Deus conhece. Cuidai, portanto, de os expungir de
todo sentimento de rancor. Deus sabe o que demora no fundo do
coração de cada um de seus filhos. Feliz, pois, daquele que pode
todas as noites adormecer, dizendo: Nada tenho contra o meu próximo.
Simeão. (Bordéus, 1862.)
15. Perdoar aos inimigos é pedir perdão para si próprio; perdoar aos
amigos é dar-lhes uma prova de amizade; perdoar as ofensas é
mostrar-se melhor do que era. Perdoai, pois, meus amigos, a fim de
que Deus vos perdoe, porquanto, se fordes duros, exigentes,
inflexíveis, se usardes de rigor até por uma ofensa leve, como
querereis que Deus esqueça de que cada dia maior necessidade tendes
de indulgência? Oh! ai daquele que diz: "Nunca perdoarei", pois
pronuncia a sua própria condenação. Quem sabe, aliás, se, descendo
ao fundo de vós mesmos, não reconhecereis que fostes o agressor?
Quem sabe se, nessa luta que começa por uma alfinetada e acaba por
uma ruptura, não fostes quem atirou o primeiro golpe, se vos não
escapou alguma palavra injuriosa, se não procedestes com toda a
moderação necessária? Sem dúvida, o vosso adversário andou mal em se
mostrar excessivamente suscetível; razão de mais para serdes
indulgentes e para não vos tomardes merecedores da invectiva que lhe
lançastes. Admitamos que, em dada circunstância, fostes realmente
ofendido: quem dirá que não envenenastes as coisas por meio de
represálias e que não fizestes degenerasse em querela grave o que
houvera podido cair facilmente no olvido? Se de vós dependia impedir
as conseqüências do fato e não as impedistes, sois culpados.
Admitamos, finalmente, que de nenhuma censura vos reconheceis
merecedores: mostrai-vos dementes e com isso só fareis que o vosso
mérito cresça.
Mas, há duas maneiras bem diferentes de perdoar: há o perdão dos
lábios e o perdão do coração. Muitas pessoas dizem, com referência
ao seu adversário: "Eu lhe perdôo", mas, interiormente, alegram-se
com o mal que lhe advém, comentando que ele tem o que merece.
Quantos não dizem: "Perdôo" e acrescentam. "mas, não me
reconciliarei nunca; não quero tornar a vê-lo em toda a minha vida."
Será esse o perdão, segundo o Evangelho? Não; o perdão verdadeiro, o
perdão cristão é aquele que lança um véu sobre o passado; esse o
único que vos será levado em conta, visto que Deus não se satisfaz
com as aparências. Ele sonda o recesso do coração e os mais secretos
pensamentos. Ninguém se lhe impõe por meio de vãs palavras e de
simulacros. O esquecimento completo e absoluto das ofensas é
peculiar às grandes almas; o rancor é sempre sinal de baixeza e de
inferioridade. Não olvideis que o verdadeiro perdão se reconhece
muito mais pelos atos do que pelas palavras. - Paulo,
apóstolo. (Lião, 1861.)
MENSAGEM PARA REFLEXÃO
Convívio
Se você realmente ama
aqueles que lhe compartilham a estrada, auxilie-os a ser livres para
encontrarem a si mesmos, tal qual deseja você a independência
própria para ser você, em qualquer lugar.
Xavier, Francisco Candido. Da obra: Tempo e Nós.
Ditado pelo Espírito André Luiz. IDEAL.
CURSO NOÇÕES
GERAIS DE ESPIRITISMO
Sábado das 15:00h às 16:00h
Início:
28/06/2008 Término: 18/10/2008
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Matricula:
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Centro Espírita Viana de Carvalho, Rua Santos Dumont, 603 – Bairro
Centro.
VER EVANGELHOS
ANTERIORES:
EVANGELHO SEGUNDO ESPIRITISMO :
CAP X Bem
Aventurados aqueles que são Misericordiosos Item 11 a 13
CAP IX “Bem
Aventurados aqueles que são Brandos e Pacíficos” Item 1 a 5
CAP VIII “Bem
Aventurados os Puros de Coração” Item 1 e 4
CAP VII “Bem
Aventurados os Pobres de Espíritos” Item 7 a 10
CENTRO ESPÍRITA VIANNA DE CARVALHO
Rua Santos Dumont
603, D. Pedro, Tabatinga/AM
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